sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Analfabeto Político
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
ELEIÇÃO DA ARCO SPM
Companheiros (as)
Como é do conhecimento de todos entre os dias 15 a 19 de março de 2010 serão realizadas as eleições para a Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo e Fiscal da ARCO/SPM.
Eu votarei e apoio a chapa 4. Neste sentido, estou mandando em anexo o programa e o plano de ação da chapa 4, para no caso você concordar em votar e apoiar essa chapa redirecionar esses dois documentos a toda vossa lista de contatos.
Solicito que visite e divulgue o blog da chapa 4 que é o seguinte:
http://chapa4arcoparatodos.blogspot.com/
Um abraço,
Ezequiel
Como é do conhecimento de todos entre os dias 15 a 19 de março de 2010 serão realizadas as eleições para a Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo e Fiscal da ARCO/SPM.
Eu votarei e apoio a chapa 4. Neste sentido, estou mandando em anexo o programa e o plano de ação da chapa 4, para no caso você concordar em votar e apoiar essa chapa redirecionar esses dois documentos a toda vossa lista de contatos.
Solicito que visite e divulgue o blog da chapa 4 que é o seguinte:
http://chapa4arcoparatodos.blogspot.com/
Um abraço,
Ezequiel
Estas são as propostas da chapa 4
1. Que cada região tenha uma sub-sede com a sub-sede leste em 2010 e baixada Santista;
2. Unificar as reuniões dos conselhos Fiscais e Deliberativo com o intuito de fortalecer a fiscalização sobre a Diretoria Executiva;
3. Melhorar a distribuição das verbas repassadas às unidades;
4. Liberação de verbas para locação de quadras nas regiões;
5. Mudanças no estatuto, por um estatuto transparente e democrático;
6. Não ao poder de veto do diretor regional;
7. Todos os coordenadores e conselheiros devem estar automaticamente liberados para as reuniões;
8. Seleção para todos os esportes;
9. Ampliação dos convênios principalmente nas regiões;
10. Criação de um veículo de comunicação que seja independente da empresa;
11. Dar mais poder aos associados;
12. Elaborar projetos, que atenda à todas as formas de cultura musical, teatral, artesanal com exposições e festivais para estimular a criatividade dos sócios e seus dependentes;
13. Acabar com a ingerência da direção dos Correios;
14. Todas as decisões devem ser do interesse dos associados;
15. Administrar com a participação dos sócios e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal;
16. Previsão orçamentária será previamente submetida a deliberação dos sócios e executada pela Diretoria com a participação do Conselho Deliberativo;
17. A execução orçamentária e prestação de contas com os respectivos balancetes serão publicadas com periodicidade trimestral, com prévio parecer do Conselho Fiscal;
18. Plantão médico nos finais de semana no clube do Jaguaré;
19. Abrir lojas para vender a preço de custo, nos principais prédios da DR/SPM;
20. Parcelamento dos remédios das farmácias conveniadas, com preços reduzidos;
21. Construir ou fazer convênios com clubes em todas as regiões inclusive no litoral;
22. Transporte gratuito para os clubes;
23. Restaurante com self-service na colônia de férias, a preço de custo;
24. Promover shows musicais, culturais e festivais nas regiões;
25. Que todos os terceirizados tenham direito de se associar à ARCO;
26. A administração dos valores destinados às comissões de esportes e lazer nas regiões deve ser realizada de forma autônoma sem interferência das chefias da ECT;
27. Fazer convênios com universidades, entidades educacionais de ensino fundamental, médios superior ou profissionalizante, garantindo que os descontos sejam processados em todas as mensalidades e não como é hoje só na última mensalidade.
28. Fazer convênios com lojas, vídeos-locadora, livrarias e papelarias nas regiões;
29. Construir mais uma colônia de ferias no litoral sul;
30. Redução dos valores da diária das colônias;
31. Fazer convênios com colônias em todos os estados e instâncias turísticas;
32. Transporte gratuito para os clubes da ARCO/SPM;
33. Instituição de cartão para uso dos sócios da ARCO/SPM e nos convênios;
2. Unificar as reuniões dos conselhos Fiscais e Deliberativo com o intuito de fortalecer a fiscalização sobre a Diretoria Executiva;
3. Melhorar a distribuição das verbas repassadas às unidades;
4. Liberação de verbas para locação de quadras nas regiões;
5. Mudanças no estatuto, por um estatuto transparente e democrático;
6. Não ao poder de veto do diretor regional;
7. Todos os coordenadores e conselheiros devem estar automaticamente liberados para as reuniões;
8. Seleção para todos os esportes;
9. Ampliação dos convênios principalmente nas regiões;
10. Criação de um veículo de comunicação que seja independente da empresa;
11. Dar mais poder aos associados;
12. Elaborar projetos, que atenda à todas as formas de cultura musical, teatral, artesanal com exposições e festivais para estimular a criatividade dos sócios e seus dependentes;
13. Acabar com a ingerência da direção dos Correios;
14. Todas as decisões devem ser do interesse dos associados;
15. Administrar com a participação dos sócios e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal;
16. Previsão orçamentária será previamente submetida a deliberação dos sócios e executada pela Diretoria com a participação do Conselho Deliberativo;
17. A execução orçamentária e prestação de contas com os respectivos balancetes serão publicadas com periodicidade trimestral, com prévio parecer do Conselho Fiscal;
18. Plantão médico nos finais de semana no clube do Jaguaré;
19. Abrir lojas para vender a preço de custo, nos principais prédios da DR/SPM;
20. Parcelamento dos remédios das farmácias conveniadas, com preços reduzidos;
21. Construir ou fazer convênios com clubes em todas as regiões inclusive no litoral;
22. Transporte gratuito para os clubes;
23. Restaurante com self-service na colônia de férias, a preço de custo;
24. Promover shows musicais, culturais e festivais nas regiões;
25. Que todos os terceirizados tenham direito de se associar à ARCO;
26. A administração dos valores destinados às comissões de esportes e lazer nas regiões deve ser realizada de forma autônoma sem interferência das chefias da ECT;
27. Fazer convênios com universidades, entidades educacionais de ensino fundamental, médios superior ou profissionalizante, garantindo que os descontos sejam processados em todas as mensalidades e não como é hoje só na última mensalidade.
28. Fazer convênios com lojas, vídeos-locadora, livrarias e papelarias nas regiões;
29. Construir mais uma colônia de ferias no litoral sul;
30. Redução dos valores da diária das colônias;
31. Fazer convênios com colônias em todos os estados e instâncias turísticas;
32. Transporte gratuito para os clubes da ARCO/SPM;
33. Instituição de cartão para uso dos sócios da ARCO/SPM e nos convênios;
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
VOTE CHAPA 4 - ALTERNATIVA DE MUDANÇAS JÁ!
CHAPA 4
Número 67 - Daniel dos Reis - Carteiro - CDD JOANISA
Número 51 - Wellington de O. Nascimento - Carteiro - CDD STA CATARINA
Número 31 - Mario Cesar Barbosa Conceição - Atendente - AC EMBU DAS ARTES
Número 126 - Jorge Carlos - OTT - CTC Saúde T3
Número 67 - Daniel dos Reis - Carteiro - CDD JOANISA
Número 51 - Wellington de O. Nascimento - Carteiro - CDD STA CATARINA
Número 31 - Mario Cesar Barbosa Conceição - Atendente - AC EMBU DAS ARTES
Número 126 - Jorge Carlos - OTT - CTC Saúde T3
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Jornal O Estado de SP comemorando entrega da ECT
O Estado de São Paulo
Terça-Feira, 16 de Fevereiro de 2010
Um novo Correio?
Como privatizar é um verbo que o atual governo não conjuga, tendo demorado anos até mesmo para admitir a concessão ao setor privado de rodovias federais, o projeto de modernização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), proposto pelo Ministério das Comunicações, pode ser considerado um certo avanço. Pela proposição, que pode ser adotada por Medida Provisória, a ser encaminhada ao Congresso Nacional depois do carnaval, a ECT, uma estatal de direito privado, seria extinta, surgindo em seu lugar a Correios do Brasil S.A., de capital fechado, regida pelas normas de governança corporativa.
A motivação é obviamente econômica. Telegrama pela internet existe, mas é muito pouco usado e, como em todo o mundo, os serviços de correios vêm perdendo cada vez mais espaço com a evolução dos meios eletrônicos de comunicação. Segundo cálculos oficiais, a ECT deixou de processar, nos últimos cinco anos, 1 bilhão de correspondências e a tendência é de que recue ainda mais nessa área. O Serviço de Encomenda Expressa (Sedex) é rápido e eficiente, mas enfrenta uma acirrada concorrência, que vai de empresas internacionais a serviços de motoboys.
A continuar a queda das receitas, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, "estaremos fadados, em dois anos, a ser uma carga pesada para o governo". O ministro não esclareceu se a ECT, que tem a obrigação de atender todos os municípios do País, já está dando prejuízo. O que se sabe é que sua receita em 2009 foi de R$ 12,5 bilhões, total que se pretende aumentar em 50% nos próximos 18 meses, com a reestruturação e a modernização propostas.
A ideia é dar aos Correios mais flexibilidade, como sociedade anônima, para aperfeiçoar sua logística, realizando contratos a mais longo prazo com as empresas aéreas para transporte de encomendas; introduzir novos mecanismos para permitir aos clientes transmissão eletrônica de mensagens e fazer pagamentos; e oferecer-lhes outros produtos como seguros, chips para celulares, etc. Além disso, pretende-se abrir agências no exterior para carrear parte dos recursos enviados para o País por brasileiros que trabalham e estudam no exterior, cujo número é estimado em 6 milhões.
Que a modernização é necessária, aperfeiçoando e ampliando a gama de operações, não há dúvida. Mas deve-se notar que alguns dos serviços mencionados já são prestados pelos Correios. Além de processar remessas de dinheiro no mercado interno, de acordo com regulamentação do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a ECT pode enviar e receber transferências internacionais, até o limite de US$ 3.000 por remetente, em convênio com os correios de alguns países.
Abrir agências dos Correios no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Japão, Portugal e Espanha, onde grandes bancos brasileiros já estão presentes, parece uma superposição inútil, mesmo porque, como afirmou o ministro Hélio Costa, "não pretendemos ser um banco".
O que parece mais adequado é que os Correios façam parcerias com instituições financeiras brasileiras com braços no exterior, a exemplo do contrato que têm com o Bradesco no Banco Postal, que atua no mercado interno. Principalmente em municípios muito pequenos, que não possuem agências bancárias, o Banco Postal, instalado nas dependências dos Correios ou em algum local público, presta bons serviços à comunidade.
Contudo, acima de questões operacionais, o que é de máxima importância é que seja efetivamente assumido o compromisso de que a sociedade anônima projetada para substituir a ECT, que esteve envolvida em escândalos como o do mensalão, obedeça aos princípios da governança corporativa. Isso deve significar a despolitização total da estatal, cuja direção deve ser indicada por critérios técnicos e não político-partidários. A administração da empresa, entre outros requisitos, deve ser conduzida com absoluta transparência, de acordo com um código de ética, sujeita a auditorias regulares por meio de seu conselho fiscal ou conselho de governança, composto por conselheiros não pertencentes à empresa ou ao Ministério das Comunicações.
É justamente a falta de observância estrita a essas normas que torna empresas estatais tão expostas à corrupção ou a práticas administrativas altamente questionáveis.
Terça-Feira, 16 de Fevereiro de 2010
Um novo Correio?
Como privatizar é um verbo que o atual governo não conjuga, tendo demorado anos até mesmo para admitir a concessão ao setor privado de rodovias federais, o projeto de modernização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), proposto pelo Ministério das Comunicações, pode ser considerado um certo avanço. Pela proposição, que pode ser adotada por Medida Provisória, a ser encaminhada ao Congresso Nacional depois do carnaval, a ECT, uma estatal de direito privado, seria extinta, surgindo em seu lugar a Correios do Brasil S.A., de capital fechado, regida pelas normas de governança corporativa.
A motivação é obviamente econômica. Telegrama pela internet existe, mas é muito pouco usado e, como em todo o mundo, os serviços de correios vêm perdendo cada vez mais espaço com a evolução dos meios eletrônicos de comunicação. Segundo cálculos oficiais, a ECT deixou de processar, nos últimos cinco anos, 1 bilhão de correspondências e a tendência é de que recue ainda mais nessa área. O Serviço de Encomenda Expressa (Sedex) é rápido e eficiente, mas enfrenta uma acirrada concorrência, que vai de empresas internacionais a serviços de motoboys.
A continuar a queda das receitas, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, "estaremos fadados, em dois anos, a ser uma carga pesada para o governo". O ministro não esclareceu se a ECT, que tem a obrigação de atender todos os municípios do País, já está dando prejuízo. O que se sabe é que sua receita em 2009 foi de R$ 12,5 bilhões, total que se pretende aumentar em 50% nos próximos 18 meses, com a reestruturação e a modernização propostas.
A ideia é dar aos Correios mais flexibilidade, como sociedade anônima, para aperfeiçoar sua logística, realizando contratos a mais longo prazo com as empresas aéreas para transporte de encomendas; introduzir novos mecanismos para permitir aos clientes transmissão eletrônica de mensagens e fazer pagamentos; e oferecer-lhes outros produtos como seguros, chips para celulares, etc. Além disso, pretende-se abrir agências no exterior para carrear parte dos recursos enviados para o País por brasileiros que trabalham e estudam no exterior, cujo número é estimado em 6 milhões.
Que a modernização é necessária, aperfeiçoando e ampliando a gama de operações, não há dúvida. Mas deve-se notar que alguns dos serviços mencionados já são prestados pelos Correios. Além de processar remessas de dinheiro no mercado interno, de acordo com regulamentação do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a ECT pode enviar e receber transferências internacionais, até o limite de US$ 3.000 por remetente, em convênio com os correios de alguns países.
Abrir agências dos Correios no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Japão, Portugal e Espanha, onde grandes bancos brasileiros já estão presentes, parece uma superposição inútil, mesmo porque, como afirmou o ministro Hélio Costa, "não pretendemos ser um banco".
O que parece mais adequado é que os Correios façam parcerias com instituições financeiras brasileiras com braços no exterior, a exemplo do contrato que têm com o Bradesco no Banco Postal, que atua no mercado interno. Principalmente em municípios muito pequenos, que não possuem agências bancárias, o Banco Postal, instalado nas dependências dos Correios ou em algum local público, presta bons serviços à comunidade.
Contudo, acima de questões operacionais, o que é de máxima importância é que seja efetivamente assumido o compromisso de que a sociedade anônima projetada para substituir a ECT, que esteve envolvida em escândalos como o do mensalão, obedeça aos princípios da governança corporativa. Isso deve significar a despolitização total da estatal, cuja direção deve ser indicada por critérios técnicos e não político-partidários. A administração da empresa, entre outros requisitos, deve ser conduzida com absoluta transparência, de acordo com um código de ética, sujeita a auditorias regulares por meio de seu conselho fiscal ou conselho de governança, composto por conselheiros não pertencentes à empresa ou ao Ministério das Comunicações.
É justamente a falta de observância estrita a essas normas que torna empresas estatais tão expostas à corrupção ou a práticas administrativas altamente questionáveis.
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